Um sistema só do furo na bancada até a carga saindo do pátio. Produção apontada em tempo real, custo de cada bloco, rastreabilidade da frente de lavra até a chapa polida — e alerta no seu WhatsApp quando algo sai do rumo.
Se você só descobre o problema no fechamento do mês, isso não é gestão — é torcida. E torcida não recupera hora de máquina parada.
30 → 150
m³/mês na pedreira que o nosso CEO geriu
10%
de ganho mínimo entre produtividade e economia
20 anos
de gestão industrial dentro da metodologia
O apontamento vem no caderno do encarregado. A medida do bloco vem no grupo do WhatsApp. O custo da serrada aparece na planilha do escritório três semanas depois — quando a chapa já foi vendida por um preço que ninguém sabe se pagou a conta.
O fio arrebentou às 9h. Você soube às 18h, quando o encarregado passou para dar o retorno do dia.
Quanto custou aquele bloco específico? Fio, combustível, mão de obra, hora-máquina — some tudo e divida pelo m³. Ninguém faz isso na planilha.
Está reservado para quem? Já foi carregado? A resposta muda dependendo de quem você pergunta.
O bloco não muda de sistema quando muda de etapa. Ele carrega a própria história — de qual frente saiu, quanto custou para produzir, em qual tear entrou, quais chapas gerou e para qual cliente foi.
Frentes, filões e pranchas com posição real. Perfuração e corte apontados na hora pelo operador. O avanço de cada serviço em tempo real, com previsão de término.
Programação de serradas com agenda de máquina. Serrada própria ou de terceiros. Cada chapa nasce etiquetada, sabendo de qual bloco e de qual frente veio.
Ordem de carregamento por bipagem. Conferência da carga inteira antes de sair, com foto. Agenda que dá previsibilidade para o operador e para o cliente.
Ninguém abre painel de gestão às três da tarde de uma quarta-feira. Por isso o alerta crítico vai até onde você já está: direto no seu WhatsApp ou no do responsável.
Máquina parada além do limite
Sem apontamento há X horas — alguém precisa olhar agora, não amanhã.
Aderência ao plano caindo
A frente está atrasando em relação ao programado e ainda dá para corrigir.
Preventiva e consumível vencendo
Fio chegando no limite de descarte, plano de manutenção com prazo estourando.
Estoque abaixo do mínimo
O insumo que para a produção acabando — com a requisição já sugerida.
ZSTONE Alertas
online
🔴 MÁQUINA DE FIO 01 sem apontamento há 2h40. Último evento: PARADA · Rompimento de fio.
09:12
🟡 Frente SUL com 62% de aderência ao plano do dia. Faltam 3 cortes para bater a meta.
11:48
🟠 Fio FIO-2026-00014 a 3,2 mm de pérola — abaixo do limite de descarte configurado.
14:05
✅ BLC-00042 marcado e liberado. Carga CRG-0118 agendada para amanhã, 07h.
16:30
Exemplo de formato. Você define quais eventos alertam e quem recebe.
Estado produtivo, aderência ao plano, estoque, custo, ordens de serviço, planos de ação e apontamento — tudo em tempo real, com foto, de onde você estiver.
Cada máquina é um card com estado, operador, frente e o que está fazendo agora. Anel de progresso, linha do tempo do turno e o tempo do evento correndo na tela.
O Gantt mostra as duas faixas sobrepostas: o que foi programado e o que aconteceu. Atraso vira coisa que se enxerga, não que se calcula.
Fio, combustível, mão de obra, hora-máquina e depreciação rateados no bloco que os consumiu. Cada bloco nasce sabendo quanto custou e qual é a margem real por m³.
Inspeção com semáforo, rotas de ronda, lubrificação por ponto e preventiva que gera OS sozinha. MTBF, MTTR e disponibilidade saem do que foi apontado — não de estimativa.
Mapa visual do armazém, posição de cada item e inventário em duas contagens com conferência antes de gerar ajuste. Você para de descobrir a falta na hora de usar.
O comercial vê o que está disponível agora, com a produção entrando e a baixa saindo em tempo real. Ninguém mais vende bloco que já foi.
Seu pátio vira uma página que você manda no WhatsApp do comprador. Ele vê foto, medida, classe, preço — e o mapa 3D com a marcação exata dos defeitos que você registrou. Sem visita, sem ligação, sem mal-entendido depois.
Também serve para comprar
Blocos de pedreira de terceiros
Marque os blocos ainda na pedreira do fornecedor: medida, foto, classe e valor. Você passa a ter previsibilidade do material que está vindo, com previsão de carregamento e de chegada na serraria — já encaixando na programação de serrada antes de o caminhão sair de lá.
Foto na origem
Previsão de chegada
Entra na agenda
Toda chapa sabe de qual bloco veio, de qual filão o bloco saiu e em qual frente aquele filão foi lavrado. Quando o cliente reclama de uma variação de veio, você não precisa adivinhar — você abre e vê.
A chapa sai da serraria já identificada. Na politriz é só bipar ou pesquisar e adicionar à fila de produção.
Abre a ordem, bipa cada chapa. No fim, bipa a carga inteira para conferir se está tudo certo antes de sair.
Foto por chapa ao terminar o polimento e foto da carga carregada. Divergência com o cliente vira conversa de dois minutos.
O número pintado na pedra sai nos dados adicionais da nota, com a medida. É o que o fiscal lê na estrada.
Para quem quer ir mais fundo, temos solução de telemetria embarcada que alimenta o ZSTONE com o que a máquina está de fato fazendo — não com o que foi apontado sobre ela.
Litro por hora real, por equipamento e por operador.
Máquina ligada sem estar produzindo — o custo invisível.
Regime de trabalho que encurta a vida do ativo.
Dado telemétrico antecipando a falha antes da parada.
Sua dor é hora de máquina e custo de extração.
Sua dor é ocupação de tear e rastreabilidade.
É aqui que o ZSTONE entrega o que nenhum outro entrega.
CEO e idealizador do ZSTONE
Vinte anos de gestão industrial. Passou por Perdigão, BRF e Lactalis como Especialista de Gestão — onde método não é discurso, é rotina diária de fábrica.
Depois foram três anos gerenciando uma pedreira, levando a produção de 30 m³ a picos de 150 m³/mês. Não por sorte: aplicando na rocha o mesmo método que aprendeu na indústria de alimentos. O ZSTONE é esse método virado software.
Por isso o sistema não pergunta o que é fácil de programar. Ele pergunta o que o gerente precisa saber às sete da manhã.
20 anos
em gestão industrial
5x
de aumento na produção da pedreira que geriu
10%
de ganho mínimo esperado na sua operação
Os 10% são a meta de trabalho da implantação, somando ganho de produtividade e economia. O resultado depende do ponto de partida de cada operação e da disciplina de uso.
O ZSTONE roda sobre uma base de gestão completa. Você não vai precisar de um sistema para produção e outro para o financeiro — que nunca batem entre si no fim do mês.
Itens, famílias, variações, unidades, clientes e fornecedores.
Mapa do armazém, lotes, inventário em duas contagens, movimentação rastreada.
Do item ao ativo: imobilização, transferência entre plantas, avaliação.
Partidas dobradas, contas a pagar e receber, DRE, balanço, fluxo de caixa.
Requisição, cotação com portal do fornecedor, aprovação por alçada, pedido.
Cargos, folha, avaliação de desempenho, EPI com termo assinado.
Tabela de preço, formação de preço, pedido de venda, previsão de embarque.
Plano de ação, 5 porquês, Ishikawa, Pareto, PDCA e linha de economia.
Fiscal com emissão de NF-e, NFC-e, NFS-e e MDF-e também faz parte da base.
Antes de falar de sistema, a gente olha a sua operação: onde está a hora perdida, qual custo você não enxerga e qual controle está no caderno de alguém. Você sai da conversa com o mapa — mesmo que decida não seguir com a gente.
Implantação bem feita ocupa gente de verdade do nosso lado. Por isso trabalhamos com um número limitado de operações por trimestre — e as vagas do próximo ciclo já estão sendo agendadas.
Preencha e a conversa abre no WhatsApp com tudo pronto.
O operador não digita relatório: ele aperta um botão grande no celular para dizer que a máquina começou, parou ou terminou. Bipar uma etiqueta leva dois segundos. Quem faz conta é o sistema — quem opera só registra o que já está fazendo.
Não. As telas de campo foram desenhadas para conexão ruim: o apontamento pode ser retroativo, e o operador lança o que aconteceu quando voltar ao sinal. O que você não pode é ficar sem o dado — e é justamente isso que a planilha não resolve.
Planilha registra o passado. Ela não te avisa às 14h que a máquina de fio está parada há três horas, não impede lançar 40 chapas num bloco que rendia 39, e não sabe dizer quanto custou aquele bloco específico. O problema não é a planilha estar errada — é ela só ficar pronta quando não dá mais para agir.
Serve, e é um dos usos mais fortes. Você marca os blocos ainda na pedreira do fornecedor, registra medida e foto, e já encaixa na programação de serrada com previsão de carregamento e chegada. Quando o caminhão entra no pátio, o bloco já existe no sistema.
Está tudo dentro. Cadastros, estoque, compras, patrimônio, financeiro com partidas dobradas, fiscal, RH e comercial fazem parte da mesma base — não é integração, é o mesmo sistema. Você não vai operar duas ferramentas que discordam entre si.
Depende do tamanho do parque e de quanto cadastro já existe. O caminho é sempre o mesmo: começamos pela frente que mais dói (normalmente apontamento de produção ou controle de blocos), você vê resultado nas primeiras semanas, e o resto entra em ondas.
Não. O ZSTONE funciona inteiro sem ela. A telemetria é uma camada a mais para quem quer enxergar consumo de combustível, equipamento ligado sem necessidade e dados para manutenção preditiva — entra quando você quiser.
Cada empresa enxerga apenas o que é dela — o isolamento é feito no banco de dados, não só na tela. Dentro da sua empresa, você define por perfil quem vê e quem edita cada tela, no detalhe de visualizar, incluir, editar e excluir.
Ficou uma dúvida que não está aí?
Manda a pergunta. Quem responde entende de pedreira, não só de software.
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